Os tipos do Eneagrama

 - Olhando detalhadamente cada tipo

Tipo 3

Quadro de Afirmações Típicas

  1. Lembro que em criança era apreciado pelo que fazia.

  2. Vejo-me como uma pessoa dinâmica, otimista e capaz de resolver qualquer problema.

  3. Sinto necessidade de preencher a minha vida com mui­tas atividades.

  4. Preocupa-me muito a hipótese de não ser aceito pelos outros.

  5. Gosto que me elogiem.

  6. Para mim a palavra "êxito" significa muito.

  7. Para mim é muito importante projetar uma imagem vito­riosa.

  8. Gosto de trabalhar em equipe e de ser um bom elemento dela.

  9. Identifico-me com a eficiência, a precisão e o profissiona­lismo.

  10. Parece-me natural ser capaz de organizar as coisas e terminá-las.

  11. Gosto de ter objetivos claros e saber em que ponto me encontro, no caminho até esses objetivos.

  12. Gosto de esquemas de processo, gráficos e outros indi­cadores acerca de meu desenvolvimento.

  13. As outras pessoas me invejam porque consigo fazer mui­tas coisas.

  14. Gosto de agir.

  15. Em geral, prefiro estar implicado no desenvolvimento de uma ação do que ficar observando de fora.

  16. As primeiras impressões são muito importantes para mim.

  17. Para mim, não é problema tomar decisões.

  18. Para conseguir êxito, às vezes é preciso passar por cima (deixar de lado) as próprias normas.

  19. Quando olho para o meu passado, consigo recordar mais facilmente o que fiz de bom do que o que fiz de mau.

  20. Odeio quando me dizem que o que estou fazendo não caminha bem.

  21. Tenho tendência para ser uma pessoa positiva e empre­endedora.

  22. Sinto-me bem como assessor de um projeto.

  23. Identifico-me tanto com o meu trabalho ou papel que me esqueço até de quem eu sou.

  24. Acredito que a aparência é importante.

  25. Acredito que preciso ter sucesso em muitas coisas para que os outros me apreciem.

     Visão geral

 

  • Foram crianças apreciadas por suas realizações (pergunta­vam-lhes pelo desempenho e não pelas emoções).

  • Aprenderam a controlar emoções próprias e a direcionar a atenção para a conquista do status que lhes asseguraria o amor. Evitam o fracasso, porque só os vencedores são dig­nos de amor ("sou bom quando venço").

  • Irradiam desenvoltura que desperta confiança e segurança atmosfera positiva. Otimismo e bem-estar. A vida é dimismo e alegria. São grandes empreendedores, identificam-se com a imagem de juventude-energia-competição.

  • Acham fácil realizar tarefas com eficiência e competência, fixar metas para si e atingi-las.

  • Entusiasma, motiva e capacita outras pessoas a progredir. Dá apoio extraordinário a metas do próprio grupo, incentiva outros a lutar por metas, a se valorizarem.

  • "Sexto sentido" para avaliação de tarefas e dinâmica de trabalho em grupo.

  • Identifica-se com a organização a que pertence (comunida­de, empresa).

  • Cria bom clima de trabalho e mantém o grupo coeso.

  • Consegue influência e leva a bom termo os projetos em que acredita.

  • E o tipo intermédio dos que têm o coração como centro. Mas é o tipo que tem mais dificuldade para perceber seus sentimentos.

  • Seu "termômetro" constante é: "Será que terei êxito?" "che­garei lá?"

  • Suas energias vitais procedem do êxito. Trabalham por re­compensas externas. Permanecem tão ocupados, que não dão tempo de deixar que a vida os deprima. Como o valor depende do trabalho, comprometem-se integralmente com uma tarefa.

  • Não demoram entre o pensar e o agir, arriscam sem me­dos.

  • Mantêm uma programação atulhada, sem tempo livre para que os sentimentos aflorem (viciados em trabalho). A inati­vidade imposta pode ser terrível.

  • São intolerantes para com os que trabalham abaixo de suas capacidades e para com os que se deixam abater pelas emoções.

  • E importante manter vivos projetos e expectativas, é pri­mordial evitar fracassos e maximizar o êxito; causar im­pressão, buscando sempre o prestígio. São peritos em se autopromoverem, projetando uma imagem que incorpore as características ideais de qualquer papel (podem chegar a acreditar que eles e a imagem que projetam são a mesma coisa).

  • Podem sentir-se impostores, alguém que tem se safado impunemente com uma história fraudulenta sem ser desco­berto.

  • Quando descobrem a distância entre papéis e sentimentos, pode surgir uma verdadeira ira.

  • A adaptabilidade é ao mesmo tempo uma bênção e um fardo: bênção pela capacidade de movimento rápido e efi­caz sob pressão; fardo pela suspensão dos verdadeiros sen­timentos.

  • Identificação com realização e desempenho, eficiência, com­petição e impedimento do fracasso. Atenção seletiva a tudo o que seja positivo (não percebem o negativo). Tendem a "es­quecer" o lado problemático do projeto — assumindo de for­ma positivamente exagerada aquilo com que se identificam.

  • Auto-apresenta-se, mostra serviço, carreirista, procura status, lida melhor com os papéis que representa do que com ele mesmo.

  • Assume qualquer disfarce e nele se dá bem. O papel que desempenha serve de proteção e motivação.

  • A vida é uma luta competitiva: ganhar ou perder. Conse­guem trabalhar muito e canalizar sua energia para um pro­jeto. Geralmente são competentes e, "para fora", o pare­cem mais ainda, dando a impressão de estarem convencidos do que fazem.

  • Muitos são exteriormente atraentes. Agem de forma otimis­ta-jovial-inteligente-dinâmica e produtiva. Dão-se bem como vendedores, executivos, na propaganda. Projetam uma imagem de como uma pessoa empática agiria (são atores natos). Têm uma personalidade pública muito visível.

  • Tendência de se tornar protótipo de seu grupo de referência e encarnar as expectativas e valores deste.

  • Assumem o papel "masculino x feminino" do jeito que a época e a sociedade os entendem.

  • Os valores que assume não são tanto da sociedade em geral, mas sobretudo do seu grupo de referência.

  • Pessoa realizada, de boa aparência, anda com um sorriso nos lábios, parece que tudo lhe cai do céu — mas trabalha duro para ter êxito (embora não transpareça). Quando obtém êxito, emite "spots publicitários" para si mes­mo, a fim de colher louvor e reconhecimento.

  • Gosta de falar de suas experiências bem-sucedidas... prê­mios... Sente vaidade do que faz. Apresenta-se, a si mes­mo e aos seus projetos, de modo convincente.

  • Não se farta de louvores — tem sede de elogios: às vezes não os recebe porque, agindo com tanta firmeza e autoconsciên­cia, os outros nem percebem que ele precisa de elogios.

  • O elogio é combustível — ainda é mais dependente da reação dos outros que o tipo 2, embora não o demonstre.

  • Querem ser autoridade, criam estratégias para assumir a liderança.

  • Têm um desejo vitalício de aprender. São exemplo de com­promisso e ponto de união do grupo.

  • Vêem as pessoas em termos do que têm ou do que podem fazer para ajudar em seus próprios projetos.

Auto-imagem: tenho êxito

Idealização: competente

Estilo de falar: propagandístico

Tentação (dilema): eficiência (competência)

  • O capitalismo se baseia no dogma do tipo 3: "Quem se esforça consegue o que quer".

  • Sociedade norte-americana: admira os vencedores e des­preza os pobres, que são culpados pela sua sorte — vale o lucro, o rendimento, o êxito.

  • Influencia até a religião: os pregadores da televisão" ven­dem" Jesus, não entendem a cruz.

Fuga de: recusa

Pecado de raiz:  Mentira (por causa da pressão do êxito)

  • Cria uma imagem de si que seja agradável, o faça vencer.

  • Não são mentiras descaradas, mas sutis, que encobrem o
    lado problemático das coisas e exageram suas vantagens.

  • O não redimido engana em primeiro lugar a si mesmo: convencido de que a mentira é verdade (o político que diz estar tudo em ordem e ele mesmo acredita nisso).

  • Não tem desejo de aprofundamento: a superficialidade fun­ciona.

  • Pragmático: verdadeiro é o que funciona.

  • Consegue vender tudo — porque se vende em primeiro lugar a si mesmo.

 

 Mecanismo de defesa:  identificação  (com o seu papel)

  • Quando acredita numa coisa, não existem aspectos negati­vos nem dúvidas.

  • Foge da rejeição, do fracasso.

  • Enverniza-o como "vitória parcial".

  • Joga a culpa nos outros.

  • Abandona rapidamente um projeto e se lança noutro.

  • Tem imensa auto-estima (sobreestima no não redimido). (Mimado pelo sucesso — acredita que tudo o que faz é bom e certo.)

Armadilha: vaidade (em que está preso e não redimido)

(Exierioridades secundárias: embalagem, vestuário, ativida­de externa, são mais importantes que o essencial.)

  • É um ator nato (Reagan e João Paulo II).

  • Sabem como lidar com as pessoas e as massas, mas sentem-se inseguras numa conversa pessoal (porque supõem autenticidade e profundidade).

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