Dicas da Escola de Luxor para o terapeuta em PNL lembrar durante uma sessão de cura!

DICA 1: Sobre a importância do Rapport

Lembre-se sempre que um bom RAPPORT é indispensável antes de começarmos a prática da construção dos campos!
Não há PNL sem rapport. Durante o rapport, o terapeuta deve ter como objetivo, além de relaxar o paciente, entrar em sintonia profunda com a energia da pessoa a sua frente. Dessa forma é possível que o terapeuta já comece a sentir o campo das necessidades do paciente, sentindo o que ele sente, vendo o mundo como ele vê. Desse modo, fica mais factível oportunizar um processo que levará o paciente à cura que ele se propôs.

DICA 2: Onde há amor, curas e milagres acontecem!

Ou seja, quando nos colocamos à disposição do conteúdo do paciente, vivenciando um profundo estado de empatia, nesse lugar não há espaço para julgamentos fazendo com que o paciente se sinta ouvido, entendido e mais ainda, compreendido! Logo, um espaço para a manifestação da energia do amor. E onde há amor, curas e milagres acontecem!

DICA 3: Sobre os campos morfogeográficos 
Quando fores auxiliar na construção dos campos morfogeográficos lembre-se sempre de colocar o paciente a fazê-lo junto contigo! Isso o coloca como construtor de seu processo de cura e de relacionamento com sua própria energia.

 

DICA 4: Ainda sobre os campos...
Lembre-se sempre que, quando associamos o paciente a um campo previamente construído é necessário que, ao entrar nele, o paciente seja convidado e estimulado a experimentar os detalhes energéticos desse campo. O que isso quer dizer? Quer dizer que devemos utilizar frases como: “Sente o campo..., a energia que se apresenta na tua volta..., em teu entorno..., (e então vamos trazendo os elementos dos conteúdos que o paciente nos informou antes de entrar na técnica, durante a anamnese.
Lembrando-o sobre a situação e sentimentos que ele carrega sobre a questão a ser trabalhada).

DICA 5: Sobre levar o paciente a um estado de sentir a emoção e a conexão com o evento ou situação a ser curada, ou seja, levá-lo a relembrar e vivenciar a dor

Impreterivelmente precisaremos levar o paciente a sentir dor sim!!! (por mais que nos doa também como terapeutas – já que estamos o tempo todo em rapport e em estado de empatia por ele).

Mas, já aprendemos que sentir é curar!
Logo, toda vez que alguém se permite revisitar um espaço de alguma situação de dor, trauma, crença limitante, seja lá qual for o desconforto que essa situação gerar, essa pessoa está indo em direção à sua própria cura. Porque dessa vez, através da condução do terapeuta, o revisitar da situação ou condição de sofrimento é motivado pelo ressignificar da energia, vendo toda a situação de um lugar maior, mais amplo, trazendo ao consciente a motivação da necessidade de vivenciar aquela situação, como forma de crescimento pessoal.

 

DICA 6: Sobre após a aplicação de uma técnica

O ideal é não estimular o paciente a falar sobre o ocorrido após o desenvolvimento de uma técnica de PNL.
É importante deixar que ele apenas sinta o que ocorreu, de um lugar emocional e não mental.
Toda vez que falamos sobre um fenômeno vivenciado, acabamos diminuindo-o. Haja vista que, experimentar e sentir é muito mais profundo e curador do que elaborar qualquer tipo de raciocínio lógico a respeito.

DICA 7: Lembre-se sempre que ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana!
Ou seja, ser um excelente terapeuta em PNL requer, antes de qualquer domínio da técnica, uma grande dose de amor e de entrega, os quais, somente aqueles que estão imbuídos de um amor profundo pelo o que fazem e que acreditam na cura da humanidade podem oportunizar a seus pacientes!

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